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PF pretende emitir até 200 mil registros de identidade civil até o final do ano

A carteira de identidade equipada com chip e à prova de fraude começa a se tornar realidade no Brasil, embora a sua emissão não tenha, ainda, uma data estabelecida.

Por enquanto, a única certeza é a de que o Instituto Nacional de Identificação (INI), da Política Federal pretende emitir entre 100 mil e 200 mil registros de identidade civil (RIC) até o final do ano.

O projeto é estimado em R$ 1,4 bilhão, abrangendo a emissão de 170 milhões de carteiras, bancado pela União.

“É um valor relativamente pequeno se for levado em consideração que os bancos investem R$ 1 bilhão por ano em tecnologia para garantir a segurança na identificação dos clientes”, compara Paulo Ayran, assessor do INI, citando dados da Febraban.

Para o portador, a carteira com chip oferece como vantagens a impossibilidade de falsificação e de fraudes em caso de roubo. Além disso, a sua emissão permitirá a criação de um banco de dados único com as digitais dos usuários, para compartilhamento entre os órgãos de segurança dos estados e municípios.

Para a sua implementação, contudo, será necessária a participação dos Estados, por meio de convênios, uma que “a Polícia Federal não têm pessoal nem postos suficientes para emitir a carteira em todo o território nacional”.

Atualmente, 19 estados já firmaram convênio e outros cinco manifestaram interesse em se credenciar.

Instalado na quinta-feira, 5, o comitê responsável pelo novo documento voltará a se reunir no dia 25 de agosto para começar as discussões sobre o cartão a ser adotado. O modelo já desenvolvido pelo Instituto Nacional de Identificação.

A previsão é de que em nove anos todos os documentos emitidos no País estejam baseados nesse novo modelo.

Fonte: TI Inside

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