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	<title>Certisign Explica</title>
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		<title>Dia a dia de um corretor</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 16:53:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas temos percebido um interesse cada vez maior dos Corretores de Seguros sobre a Nota Fiscal Eletrônica. Palestra promovida pelo SINCOR RJ teve que ser repetida diversas vezes para acomodar a quantidade de interessados. No CQCS vimos também matéria com o vice-presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) na Região Norte, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas semanas temos percebido um interesse cada vez maior dos Corretores de Seguros sobre a Nota Fiscal Eletrônica. Palestra promovida pelo SINCOR RJ teve que ser repetida diversas vezes para acomodar a quantidade de interessados. No CQCS vimos também matéria com o vice-presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) na Região Norte, Fabio Lúcio Costa, dizendo que <em>&#8220;os corretores em todo o País, não tarda, estarão obrigados a emitir notas só pelo sistema eletrônico (NFS-e).&#8221;</em> Percebe-se, entretanto, que ainda há muitas dúvidas sobre o assunto e começamos a trazer algumas informações.</p>
<p><strong>O que é a Nota Fiscal Eletrônica &#8211; NF-e?</strong><br />
Para mim a definição mais simples é que é uma Nota Fiscal análoga a que se emitia em papel, só que, a partir de agora na forma digital. Como um boleto que era em papel e agora se recebe por email e pode ser pago no Internet banking, ou autorizado nos serviços de DDA.</p>
<p>Segundo o Portal da Nota Fiscal Eletrônica, a NF-e é definida como sendo um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, ocorrida entre as partes. Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade). Ressalto alguns pontos relevantes: A NF-e é um documento digital só tendo validade neste formato, portanto não deve ser impressa. Deve ser armazenada em meio digital e enviada eletronicamente, quando solicitada. As NF-e de serviços são reguladas pelas prefeituras, podendo haver diferenças de um município para outro. Na maioria dos casos é informada uma chave que permite que se consulte o documento, essa chave deve ser enviada ao cliente para quem se faturou a nota.</p>
<p>O Certificado Digital dá garantia de autoria. Por isso que, em nenhuma hipótese deve ser dado a terceiros, mesmo aos Contadores. Caso a empresa decida não emitir sua NF-e e transferir este serviço para o Contador isso deve ser feito é uma procuração (eletrônica) para este fim. O Contador assinará a NF-e com seu próprio Certificado Digital. Em alguns municípios os Corretores não precisam emitir nota fiscal (a fatura da Seguradora a substitui) em outros, emitem uma nota fiscal por mês pelo montante recebido de cada Seguradora. Nesse caso a nota passa a ser eletrônica conforme já definido em cidades com Belém, Salvador, Belo Horizonte, Barra Mansa e várias outras pelo Brasil. Com um Certificado Digital nas mãos o Corretor de Seguros pode além se relacionar com a Receita Federal começar a utilizá-lo na relação com clientes e Seguradoras. Assinar e-mails de cotação e fazer o Login nas Seguradoras é um bom começo. É uma forma de dar mais segurança e credibilidade a comunicação eletrônica, e se preparar, pois vem muito mais por aí.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.sincorgo.com.br/noticias/imprensa/nota-fiscal-eletronica-e-a-certificacao-digital/" target="_blank">Sincorgo</a></p>
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		<title>Papelada na mesa? Nunca mais</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 17:43:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A aprovação da  Lei 12.249/10, que reativa o Exame de Suficiência  para contadores, chega para  valorizar e devolver a autoestima aos  profissionais da área, frequentemente  estigmatizados como  &#8220;guarda-livros&#8221; ou como &#8220;aqueles caras&#8221; que vivem com uma  calculadora  na mão e possuem um pequeno escritório, com uma mesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A aprovação da  Lei 12.249/10, que reativa o Exame de Suficiência  para contadores, chega para  valorizar e devolver a autoestima aos  profissionais da área, frequentemente  estigmatizados como  &#8220;guarda-livros&#8221; ou como &#8220;aqueles caras&#8221; que vivem com uma  calculadora  na mão e possuem um pequeno escritório, com uma mesa invariavelmente   desorganizada, abarrotada de planilhas e guias de pagamento.</p>
<p>Ainda hoje,  parte do empresariado tem esta visão distorcida sobre os  profissionais da  contabilidade, o que também não deixa de ser culpa de  muitos contadores, que  insistem em manter um estilo antiquado,  burocrático e pouco interessado por como  seu negócio é visto pelo  cliente.</p>
<p>Estamos na era da geração Y e de  novidades tecnológicas diárias, e  não é diferente em relação ao sistema fiscal e  tributário brasileiro. O  projeto Sped e seus pilares, a certificação digital e  outros tipos de  obrigações fiscais que migraram para o ambiente online são os  maiores  exemplos de como as relações entre contribuintes e os Fiscos das três   esferas entraram definitivamente no campo digital, abrindo espaço para o   contador-consultor e encerrando a carreira de profissionais obsoletos.</p>
<p>Parece muito? Pois não é! Além de conhecer cada uma das obrigações   fiscais eletrônicas e suas penalidades, formas de entregas, implantações  etc., o  contador-consultor não pode deixar de acompanhar as mudanças  tributárias diárias  em cada uma das esferas e ainda providenciar  escriturações fiscais e contábeis,  sem esquecer-se de entregar guias e  Darfs de impostos para que o  contribuinte-cliente efetue os pagamentos  em prazo hábil. Isso tudo sem falar na  Norma Internacional de  Contabilidade, que está sendo adotada e ainda gera muitas  dúvidas.</p>
<p>Em meio a tantas mudanças, cabe ao profissional de contabilidade  a  tarefa de mostrar que seu trabalho é cercado de muita inteligência   profissional e que sua expertise é fundamental para que as companhias  estejam  sempre saudáveis dos pontos de vista fiscal e tributário.</p>
<p>Se por um lado  o Exame de Suficiência é importante para devolver a  autoestima ao contador, por  outro, pode-se concluir que a mera  aprovação em exame não garante que este  profissional contábil está apto  a atuar em um cenário tão metamórfico. Discursos  favoráveis ou  contrários não representam a solução para qualquer problema, mas  servem  como um meio de direcionar as novas exigências em relação às Ciências   Contábeis do novo século.</p>
<p>Fonte: Pricila Lima, para o <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/papelada-na-mesa-nunca-mais/37394/" target="_blank">Portal Administradores</a></p>
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		<title>Nota Fiscal Eletrônica: contribuintes devem exigir na compra de produtos de outros Estados</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:15:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A implantação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) mudou a relação entre quem vende e compra uma mercadoria, atribuindo responsabilidades a ambos, principalmente quando se trata de operação interestadual. 
O vendedor é obrigado a emitir o documento fiscal. Mas o segundo, que é o destinatário da mercadoria, torna-se responsável solidário perante o Fisco. Essa condição é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="lblTexto">A implantação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) mudou a relação entre quem vende e compra uma mercadoria, atribuindo responsabilidades a ambos, principalmente quando se trata de operação interestadual. </span></p>
<p><span id="lblTexto">O vendedor é obrigado a emitir o documento fiscal. Mas o segundo, que é o destinatário da mercadoria, torna-se responsável solidário perante o Fisco. Essa condição é importante porque o comprador do produto assume o ônus e os riscos no lugar do emissor da NF-e, inclusive em relação ao crime contra a ordem tributária e à exigência do imposto pelo Estado de origem. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Diante desse cenário, a Secretaria de Fazenda do Mato Grosso recomenda que os contribuintes do ICMS exijam a NF-e na compra de mercadorias de empresas de outros Estados que são obrigadas a utilizar o documento fiscal no formato eletrônico.<br />
</span></p>
<p><span id="lblTexto">“O contribuinte mato-grossense deve exigir a NF-e do fornecedor nas operações interestaduais e evitar quem não esteja observando a legislação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) pertinente”, alerta Edmilson José dos Santos, secretário de Fazenda de Mato Grosso. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Para os contribuintes obrigados a emitir a NF-e, os documentos fiscais em papel são considerados inidôneos, ou seja, não são hábeis para acobertar as operações fiscais. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Dessa forma, utilizar o formulário de papel é o mesmo que não emitir documento fiscal, o que acarreta multa, além de impedir o aproveitamento do crédito do ICMS.</span></p>
<p><span>Fonte: TI Inside.<br />
</span></p>
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		<title>Dia a dia com certificado digital &#8211; Sul América comenta soluções Certisign</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 17:27:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Primeira empresa do segmento de seguros a adotar a tecnologia da Certificação Digital para a troca de documentos eletrônicos com seus 27 mil prestadores de serviços, a Sul América Saúde fez o seguinte cálculo: Considerando que uma tonelada de papel corresponde a cerca de 50 eucaliptos, 100 mil litros de água e 5 mil quilowatt [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeira empresa do segmento de seguros a adotar a tecnologia da Certificação Digital para a troca de documentos eletrônicos com seus 27 mil prestadores de serviços, a Sul América Saúde fez o seguinte cálculo: Considerando que uma tonelada de papel corresponde a cerca de 50 eucaliptos, 100 mil litros de água e 5 mil quilowatt de energia, se todo o setor de saúde eliminasse as transações em papel para consultas e exames, <strong>seria possível economizar de 25 mil a 30 mil eucaliptos, 51,5 milhões de litros de água e 2,5 milhões de quilowatts de energia.</strong></p>
<p>Foi assim que a empresa adotou o sistema de Certificação, que protege as transações eletrônicas com mecanismos de segurança, para o envio de faturamento dos prestadores.<strong> O objetivo principal era gerar economia, eficiência e rapidez nos serviços prestados, seguindo as diretrizes da Agência Nacional de Saúde Suplementar</strong>, que padroniza o intercâmbio de dados entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços. Mas o benefícios indiretos se fizeram sentir quando constatados os cálculos acima.</p>
<p><strong>&#8220;Hoje, a Certificação Digital está sendo analisada de uma forma corporativa pela comissão de sustentabilidade da empresa&#8221;</strong>, afirma Marco Antunes, diretor de operações da área de saúde da Sul América. A iniciativa faz parte das práticas de tecnologia da informação voltadas para a redução de uso de recursos naturais e geração de resíduos poluentes, a TI verdes, de forma a evitar ou diminuir prejuízos ambientais. O conceito vai mais além, ao propor ações no sentido de rever padrões de desperdício no uso de insumos no processo de produção.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <span>Brasil Econômico</span></p>
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		<title>Prazo para cancelar NF-e será de até 24 horas a partir de janeiro de 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 18:06:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A respeito de nota publicada na edição do dia 23 de agosto, sobre o prazo para cancelamento da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o portal TIInside Gestão Fiscal esclarece que as novas regras previstas na Portaria CAT 123/2010 entrarão em vigor a partir de 1º de janeiro de 2011. 
Em vigor desde o dia 7 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="lblTexto">A respeito de nota publicada na edição do dia 23 de agosto, sobre o prazo para cancelamento da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o portal TIInside Gestão Fiscal esclarece que as novas regras previstas na Portaria CAT 123/2010 entrarão em vigor a partir de 1º de janeiro de 2011. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Em vigor desde o dia 7 de agosto, a Portaria CAT 123/2010, altera a Portaria CAT 162/2008, ambas da Secretaria da Fazenda de São Paulo. Com a mudança, o pra</span><span id="lblTexto">zo para que os contribuintes paulistas solicitem o cancelamento da NF-e cairá das atuais 168 horas para apenas 24 horas. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Entretanto, o contribuinte paulista deve ficar atento para não sofrer prejuízos em decorrência de interpretação equivocada das novas regras para emissão e recepção da NF-e. </span></p>
<p><span id="lblTexto">É que o parágrafo 2º da Portaria CAT 123/10 diz que a NF-e poderá ser cancelada em até 744 horas (31 dias) após autorização de uso. Mas esse prazo corresponde às notas transmitidas fora do prazo regulamentar, que atualmente é de 168 horas e que passará a ser de 24 horas no próximo ano. </span></p>
<p><strong><span id="lblTexto">“O pedido de Inutilização de Número de NF-e e o Pedido de Cancelamento de NF-e transmitidos à Secretaria da Fazenda serão recebidos fora do prazo regulamentar, sendo o Pedido de Cancelamento de NF-e recebido até 744 (setecentos e quarenta e quatro) horas do momento da concessão da Autorização de Uso da NF-e”, diz o texto do parágrafo 2º.</span></strong></p>
<p><span id="lblTexto">Neste caso, a solicitação deve ser feita pelo contribuinte em um dos postos fiscais da Secretaria de Fazenda de São Paulo. De acordo com a portaria, essa regra também passará a valer a partir de 1º de janeiro do próximo ano. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Vale ressaltar que a transmissão do arquivo da NF-e fora do prazo pode resultar em penalidades previstas na legislação, como multa equivalente a 10% do valor da operação ou prestação constante do documento.</span></p>
<p><span>Fonte: <a href="http://www.tiinside.com.br/27/08/2010/prazo-para-cancelar-nf-e-sera-de-ate-24-horas-a-partir-de-janeiro-de-2011/gf/197169/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a>.</span></p>
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		<title>Projeto SPED chega ao segundo ano e proporciona gerenciamento tributário inteligente às empresas</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 17:10:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os impactos da evolução do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) proporcionam às empresas brasileiras um aprimoramento no trato das informações contábil e fiscal com a promoção da eficiência nos processos das áreas competentes, o que possibilita a gestão estratégica das informações. 
Desde a implantação do SPED, a mudança no cenário corporativo não permite administrações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="lblTexto">Os impactos da evolução do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) proporcionam às empresas brasileiras um aprimoramento no trato das informações contábil e fiscal com a promoção da eficiência nos processos das áreas competentes, o que possibilita a gestão estratégica das informações. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Desde a implantação do SPED, a mudança no cenário corporativo não permite administrações informais. Estamos em uma nova era, que possibilita o gerenciamento das informações de modo mais qualitativo, tornando a organização contábil e fiscal ainda mais importante para as empresas, além de ser realizada de maneira melhor estruturada. O uso de softwares específicos também é benéfico para a coordenação dos dados e informações. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Neste segundo ano de entrega do SPED, mesmo as empresas que o fizeram pela primeira vez em 2010 – àquelas que não fazem parte do grupo econômico diferenciado – puderam assimilar os benefícios do SPED, como a minimização no nível de exposição dos dados, maior segurança nos processos internos, alto nível de consistências, tratamento e cruzamento de informações, total adaptação às regras de negócios, agilidade nas atualizações e mudanças legais, relatórios de análises, antecipação das validações efetuadas pela Receita Federal e ganhos significativos por meio da otimização de recursos tecnológicos. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Outros aspectos importantes que podem ser destacados como impactos desta obrigação são: a qualidade de controle dos dados, a maneira de transformá-los em ferramentas estratégicas, relevância do uso de sistemas específicos para adequação de informações internas às exigências da Receita Federal e as principais perspectivas para os próximos desafios do projeto SPED, como o e-Lalur e a EFD PIS/Cofins. Além disso, estão por vir, dentro do cenário SPED, novidades como Central de Balanços e e-Fopag. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Fonte: Felipe Souza, da Easy-Way do Brasil, para a <a href="http://www.tiinside.com.br/19/08/2010/projeto-sped-chega-ao-segundo-ano-e-proporciona-gerenciamento-tributario-inteligente-as-empresas/gf/196075/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a>. </span></p>
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		<title>FAQ Certisign &#8211; problemas no Windows 7</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 17:57:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Recentemente, vera nos pediu ajuda com o seguinte problema de instalação:
Tenho Windows 7 e não estou conseguindo  baixar a instalação do meu certificado. Está dando uma mensagem de caminho “não  encontrado”: C:\Arquivos de Programas\Certisign\UCM\USER  CertificateMJanager.exe

Nem o assistente de instalação consigo  instalar.

Por favor preciso instalar este certificado com urgência. Me  ajudem!
Agradeço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, vera nos pediu ajuda com o seguinte problema de instalação:</p>
<p><strong>Tenho Windows 7 e não estou conseguindo  baixar a instalação do meu certificado. Está dando uma mensagem de caminho “não  encontrado”: C:\Arquivos de Programas\Certisign\UCM\USER  CertificateMJanager.exe<br />
</strong></p>
<p><strong>Nem o assistente de instalação consigo  instalar.<br />
</strong></p>
<p><strong>Por favor preciso instalar este certificado com urgência. Me  ajudem!</strong></p>
<p><strong>Agradeço o pronto atendimento.</strong></p>
<p>Resposta:</p>
<p>A  utilização dos Certificados Digitais é possível no Windows 7, desde que o mesmo  tenha sido emitido em versões anteriores do sistema operacional. Para  informações detalhadas, <a href="http://www.certisign.com.br/suporte/certificadosdigitais/e-cpf" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>A  Certisign está em processo final de homologação do Windows 7 para emissão dos  Certificados Digitais. A Microsoft requereu dos fabricantes de hardwares criptográficos (cartões inteligentes e tokens) novas versões de drivers para ofuncionamento dos processos de emissão e uso de seu certificado digital.</p>
<p>Neste <a href="http://www.certisign.com.br/suporte/utilitarios-criptograficos/w7" target="_self">link</a>, temos mais informações sobre emissão de  certificados no Windows 7.</p>
<p>Obrigado pela pergunta!</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>Esta resposta veio do Serviço de Atendimento ao Consumidor da Certisign. Caso você também tenha outras perguntas sobre certificado digital, sua instalação, usos e benefícios, não deixe de nos contatar pelos comentários.</p>
<p>Obrigado e até mais!</p>
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		<title>13 dicas sobre NFe</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 16:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) surgiu em 2005 para  descomplicar a relação entre Fisco e contribuintes. Com as mudanças tecnológicas, essa simplificação torna-se difícil de alcançar, pois gera dúvidas tanto para quem envia, quanto para quem recebe. Com o Protocolo 42, que obriga diversos setores a aderirem ao certificado digital, ficou ainda mais importante entender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) surgiu em 2005 para  descomplicar a relação entre Fisco e contribuintes. Com as mudanças tecnológicas, essa simplificação torna-se difícil de alcançar, pois gera dúvidas tanto para quem envia, quanto para quem recebe. Com o Protocolo 42, que obriga diversos setores a aderirem ao certificado digital, ficou ainda mais importante entender a NFe o melhor possível.</p>
<p>Confira as dicas que Priscila Lima, especialista em  Projeto Sped da Apress Consultoria Contábil criou sobre o tema:</p>
<p style="text-align: center;">
***</p>
<p><strong>1. Danfe não é NFe -</strong> O Documento Auxiliar de Nota Fiscal &#8211; Danfe &#8211; não é a Nota Fiscal Eletrônica, e sim a representação gráfica da NF-e e tem as seguintes funções: acompanhar a mercadoria em trânsito, fornecendo informações básicas sobre a operação em curso (emitente, destinatário, valores etc.); conter a Chave de Acesso, composta por 44 números, para consulta das informações da NF-e; auxiliar na escrituração das operações documentadas por Nota Fiscal Eletrônica.</p>
<p><strong>2. XML -</strong> A Nota Fiscal Eletrônica é o arquivo popularmente chamado de arquivo XML. O contribuinte emissor de NF-e é responsável pela sua guarda por, no mínimo, 5 anos. Por isto pesquise e adote sistemas eficientes e confiáveis de backup.</p>
<p><strong>3. Assinatura Digital -</strong> Além de armazenar o XML por 5 anos, o contribuinte deve sempre verificar se o arquivo gerado é válido, pois, pelo conceito da NF-e, a validade do documento é garantida pela assinatura digital. Não esqueça de verificar se a assinatura digital, que garante a integridade e autenticidade de arquivos eletrônicos, é válida. Se não for, mesmo que a NFe esteja autorizada, o contribuinte estará armazenando um documento inválido e poderá sofrer consequências. já que é o responsável pela guarda do documento.</p>
<p><strong>4. Segurança -</strong> Fique atento à segurança de seu Certificado Digital. Existem dois tipos válidos para assinar a NF-e: o e-CNPJ, que além de assinar a NFe dá acesso a diversos serviços na Receita Federal e o e-NFe, que só permite assinar a nota fiscal.</p>
<p><strong>5. Dispensa de emissão –</strong> No caso da legislação de São Paulo, de acordo com a Portaria CAT 162/2008, há alguns casos em que o contribuinte fica dispensado da emissão de NF-e. Por exemplo, na venda fora do estabelecimento, desde que na remessa e no retorno da mercadoria sejam expedidas NFe. As vendas efetuadas fora do estabelecimento podem ser emitidas em papel, nos modelos 1 ou 1 A. Neste caso, o contribuinte deverá preencher o campo Informações Complementares com a descrição “Dispensado de emissão de NF-e &#8211; PCAT 162/2008 &#8211; artigo 7º &#8211; Hipótese &#8216;__&#8217;” e demais informações, dependendo da hipótese de dispensa.</p>
<p><strong>6. Informe à Sefaz –</strong> Toda e qualquer movimentação que envolva NFe deve ser autorizada pela Secretaria da Fazenda (Sefaz) de origem do contribuinte. Em suma, para emitir, cancelar ou inutilizar a NF-e, o arquivo deve ser transmitido para a secretaria, pois, sem a autorização deste órgão, o documento não tem validade.</p>
<p><strong>7. Negativo -</strong> Se a nota fiscal for rejeitada pela Sefaz, independente do erro apontado pelo órgão, ela não fica armazenada no banco de dados do órgão. Caso isso tenha ocorrido, o contribuinte deve corrigir o documento e retransmiti-lo para que a Secretaria o autorize. Importante: Caso a nota rejeitada não seja retificada e retransmitida, esta numeração não constará na base de dados da Sefaz e deverá ser inutilizada por quebra de sequência.</p>
<p><strong>8. De olho nas datas – </strong>Atualmente, o prazo para cancelamento da NFe é de até 168 horas após sua autorização. A partir de 1° de janeiro de 2011 ficará reduzido para 24 horas. No caso do Estado de São Paulo, a partir da Portaria CAT 123/10, será recebido fora do prazo regulamentar o pedido de cancelamento da NF-e, a partir da data de autorização em até 744 horas (31 dias). Porém, vale ressaltar que o contribuinte está suscetível a multa, de acordo com o Regulamento do ICMS (RICMS).</p>
<p><strong>9. Cuidado com o “autocompletar” -</strong> A Nota Fiscal Eletrônica não poderá ser cancelada quando ocorrer a saída da mercadoria. Muitos softwares emissores no mercado preenchem automaticamente a data de saída na nota. Ou seja, mesmo que a mercadoria não tenha saído de fato, o documento não poderá ser cancelado, pois, para o Fisco, a data preenchida corresponde àquela em que produto transitou. Logo, o contribuinte deverá adotar outros procedimentos em vez do cancelamento, como, por exemplo, providenciar a nota de devolução.</p>
<p><strong>10. Não é obrigatório -</strong> O preenchimento do campo “data de saída/entrada” não é obrigatório para que a NF-e seja validada. O programa emissor pode deixar este campo em branco, mas é importante que, quando a mercadoria sair da empresa, ela esteja devidamente descrita no Danfe.</p>
<p><strong>11. É obrigatório -</strong> Fique atento a outras obrigatoriedades fiscais além da emissão da NFe. Muitas empresas, por exemplo, são obrigadas à geração do arquivo Sintegra (Sistema Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços), que deve conter tanto as notas fiscais de emissão própria quanto as notas fiscais de compra de mercadorias ou produtos.</p>
<p><strong>12. Não se engane com slogans de soluções completas -</strong> Muitos softwares emissores têm apenas as funcionalidades para emitir a NF-e e não oferecem outros módulos como controle de estoque e a geração do arquivo Sintegra, por exemplo. Não se engane com slogans de soluções completas e peça ajuda ao seu contador antes de contratar um software emissor.</p>
<p><strong>13. Problemas ou falta de conectividade -</strong> Quando acontecerem problemas que o impeçam de emitir a NF-e, existem soluções de contingência, como Scan (Sistema de Contingência do Ambiente Nacional), Dpec (Declaração Prévia de Emissão em Contingência) e Formulário de Segurança. A opção por uma destas soluções depende do problema que impede a autorização da NF-e. Nos casos em que não há conectividade à internet, a única opção é o Formulário de Segurança, que deverá ser comprado apenas em gráficas credenciadas pelo Fisco.</p>
<p>Fonte (na íntegra): <a href="http://www.cotidianodigital.com.br/menu_05/noticia.asp?id=699" target="_blank">Cotidiano Digital</a></p>
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		<title>FAQ Certisign &#8211; Existe backup para mídia criptografada?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 17:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dias atrás, Douglas leu nossa postagem anterior sobre backup de certificados digitais e teve uma dúvida:

Eu tenho um certificado no cartão. Tenho que fazer backup  também?
Qual a diferença entre as duas maneiras, já que pelo atendimento, não pode  marcas algumas opções?
***
Olá, Douglas, tudo bem?
Nos  certificado que são emitidos em mídias criptográficas, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dias atrás, Douglas leu nossa postagem anterior sobre backup de certificados digitais e teve uma dúvida:<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Eu tenho um certificado no cartão. Tenho que fazer backup  também?</strong></p>
<p><strong>Qual a diferença entre as duas maneiras, já que pelo atendimento, não pode  marcas algumas opções?</strong></p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>Olá, Douglas, tudo bem?</p>
<p>Nos  certificado que são emitidos em mídias criptográficas, não pode ser criada uma  cópia de segurança. Este é um requisito de segurança para certificados do  tipo A3 &#8211; e esta é a principal diferença.</p>
<p>O processo de importação do backup começa mesmo pelo navegador, mas é possível apenas para o certificado tipo A1. Nos links abaixo, existem informações sobre cópia de segurança:</p>
<p><strong><a href="http://www.certisign.com.br/suporte/procedimentos/sac_importacao-do-a1/como-importacao-do-a1" target="_blank">- Criando cópia de segurança para o certificado tipo A1 (exportando).</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.certisign.com.br/suporte/procedimentos/sac_como-instalar-a-copia-de-seguranca-do-certificado-tipo-a1/como-devo-instalar-a-copia-de-seguranca-do-meu-certificado-tipo-a1" target="_blank">- Criando cópia de segurança para o certificado tipo A1 (importando).</a><br />
</strong></p>
<p>Esperamos ter ajudado!</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p style="text-align: left;">A resposta veio do Serviço de Atendimento ao Consumidor da Certisign. Caso você tenha mais alguma dúvida sobre instalação, uso, benefícios e vantagens do seu certificado, é só pedir ajuda nos comentários!</p>
<p style="text-align: left;">Abraços e até mais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dia a dia com certificado digital &#8211; cidadão comum.</title>
		<link>http://www.certisignexplica.com.br/dia-a-dia-com-certificado-digital-cidadao-comum/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 18:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia a dia]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação digital]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>

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		<description><![CDATA[PF pretende emitir até 200 mil registros de identidade civil até o final do ano
A carteira de identidade equipada com chip e à prova de fraude começa a se tornar realidade no Brasil, embora a sua emissão não tenha, ainda, uma data estabelecida. 
Por enquanto, a única certeza é a de que o Instituto Nacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>PF pretende emitir até 200 mil registros de identidade civil até o final do ano</strong></p>
<p><span id="lblTexto">A carteira de identidade equipada com chip e à prova de fraude começa a se tornar realidade no Brasil, embora a sua emissão não tenha, ainda, uma data estabelecida. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Por enquanto, a única certeza é a de que o Instituto Nacional de Identificação (INI), da Política Federal pretende emitir entre 100 mil e 200 mil registros de identidade civil (RIC) até o final do ano. </span></p>
<p><span id="lblTexto">O projeto é estimado em R$ 1,4 bilhão, abrangendo a emissão de 170 milhões de carteiras, bancado pela União. </span></p>
<p><span id="lblTexto">“É um valor relativamente pequeno se for levado em consideração que os bancos investem R$ 1 bilhão por ano em tecnologia para garantir a segurança na identificação dos clientes”, compara Paulo Ayran, assessor do INI, citando dados da Febraban. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Para o portador, a carteira com chip oferece como vantagens a impossibilidade de falsificação e de fraudes em caso de roubo. Além disso, a sua emissão permitirá a criação de um banco de dados único com as digitais dos usuários, para compartilhamento entre os órgãos de segurança dos estados e municípios. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Para a sua implementação, contudo, será necessária a participação dos Estados, por meio de convênios, uma que “a Polícia Federal não têm pessoal nem postos suficientes para emitir a carteira em todo o território nacional”. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Atualmente, 19 estados já firmaram convênio e outros cinco manifestaram interesse em se credenciar. </span></p>
<p><span id="lblTexto">Instalado na quinta-feira, 5, o comitê responsável pelo novo documento voltará a se reunir no dia 25 de agosto para começar as discussões sobre o cartão a ser adotado. O modelo já desenvolvido pelo Instituto Nacional de Identificação. </span></p>
<p><span id="lblTexto">A previsão é de que em nove anos todos os documentos emitidos no País estejam baseados nesse novo modelo.</span></p>
<p><span>Fonte: TI Inside<br />
</span></p>
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