Lucro real, lucro presumido ou Simples Nacional. Qual regime tributário escolher?

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Comumente, dentro de qualquer empresa, a chegada do fim do ano é sinônimo de análise dos resultados antigos. Só que, neste ano, em especial, o quadro, para muitos estabelecimentos, é desolador porque a crise econômica parece persistir e os preços não param de aumentar. Diante deste fato e da alta carga tributária brasileira, para muitos empresários não restam dúvidas: em 2017, é Simples Nacional na certa.

Afinal, com ele, é possível simplificar o recolhimento dos tributos e contribuições, ter acesso a crédito, e gerar emprego reduzindo os encargos previdenciários. E o melhor: pagar todos os impostos em uma única guia de recolhimento, tendo como base da apuração do tributo e contribuições o faturamento.

Parece maravilhoso, não é?

Parece, mas não é! É, mas não parece! Diferentemente do que muitos pensam, o Simples Nacional não é tão simples assim… Inclusive, uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas Projetos para o Sebrae aponta que, ao contrário do que pensa a maioria dos empreendedores, a tributação do Supersimples não é menor do que a do Lucro Real ou Lucro Presumido. E, em muitos casos, pode até ser maior, como apontou o estudo recente. Mas, então, qual regime escolher?

Qual o melhor regime tributário escolher?

• A tributação empresarial brasileira é dividida em três modos: no lucro real, a empresa faz o recolhimento dos impostos tendo como base o seu lucro no período.
• No lucro presumido, como o próprio nome diz, é estimado um lucro sobre o faturamento e calculado os devidos tributos.
• Por sua vez, o Simples Nacional aplica um percentual sobre o faturamento. Dos três, o Supersimples é o mais escolhido por empresários que acreditam que este regime é sinônimo de benefícios.

Na hora de escolher pelo melhor regime tributário para 2017, uma dica é usar e abusar da Contabilidade, como comenta o vice-presidente de Fiscalização, Ética e Disciplina do Conselho Federal de Contabilidade – CFC, Luiz Fernando Nóbrega: “o Contador é fundamental na hora de escolher o regime tributário para o ano seguinte por ser essencial estudar todas as vertentes da empresa como número de empregados, margem de lucro, eficiência de controles internos, se haverá importação ou exportação, volume de faturamento.”

Portanto, o Clube do Contador Certisign recomenda a análise de todos os prós e contras de cada regime tributário antes de optar pelo mais adequado ao empreendimento. A carga tributária do Brasil já é muito elevada e ninguém quer – e merece – pagar ainda mais impostos por uma escolha mal feita. Qualquer passo em falso neste aspecto será totalmente prejudicial para a empresa.

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