Mães Contadoras defendem filhos e clientes como as felinas

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Neste Dia das Mães, 8 de maio, o Clube do Contador homenageia a todas as mamães, em especial as Contadoras, que estão sempre prontas para defender seus filhos como as felinas, e que usam e abusam do instinto materno para proteger todos que estão à sua volta, inclusive os clientes.

Para refletir sobre o importante papel de todas as mulheres que merecem muito mais que um dia especial, ouvimos três Contadoras que nos falam “das dores e das delícias” de serem mães e profissionais:

Maria das Graças Chiomento

“Ser mãe é uma benção de Deus e ser contadora também, e ambas as atividades merecem muita dedicação e compreensão. Há necessidade de acompanhar o desenvolvimento dos filhos, participar de suas atividades escolares, estimulá-los na vida pessoal e encaminhá-los na profissional, apoiando-os nas suas escolhas, respeitando suas vocações”.

Na área contábil não é diferente, a profissão, exige permanente atualização, acompanhamento da legislação e relacionamento nas atividades da classe, tudo isso para se manter no mercado e atender bem aos clientes. “Conciliar a profissão e o papel de mãe exige discernimento, administração do tempo, conhecimento, e compartilhar da vida com os filhos, para que eles entendam a necessidade em alguns momentos que devemos ficar ausentes, em prol do desenvolvimento profissional, que irá se refletir na vida deles mesmos”.

Ela, que atua há mais de 30 anos da DOC, afirma não considerar “pesado” o trabalho de mãe, muito pelo contrário: “Ser mãe é gratificante, apesar de uma atividade full-time, pois sempre estamos passando por situações que nos levam ao aprendizado com os filhos, compartilhando de momentos de seu crescimento, e assim, podemos experimentar a felicidade”. Graça é mãe de Janaína, de 42 anos; Rodrigo, de 39; e Jussara, de 36 anos.

Ana Maria Galloro

A Contadora Ana Maria Galloro, mãe de Miguel, de cinco anos, e de Pedro, com três, acha perfeita a combinação de Contabilidade e maternidade, já que sua experiência profissional lhe proporcionou conhecimentos sobre pessoas, planejamento e análises. “É possível aplicá-las com os meus filhos”. Contudo, em seu parecer, é difícil conciliar a profissão com o papel de ser mãe, uma vez que quer vivenciar o máximo das duas funções, mas o dia só tem 24 horas. “Por conta desta limitação, tenho de fazer escolhas diárias da divisão de horas entre filhos e trabalho”.

Ao ser questionada se é mais difícil ser mãe ou contadora, Ana Maria responde prontamente: “Ser mãe porque não existe pronunciamento técnico de procedimento para consulta, como na Contabilidade. O aprendizado é totalmente prático”, brinca.

Dilma Rodrigues

Já Dilma Rodrigues, sócia-diretora da Attend Assessoria, Consultoria e Auditoria, é mãe de Lorenzo, de três anos e meio de Louise, de um ano e meio e contadora há 20 anos, conta que escolheu a profissão por inspiração familiar: “Meus pais são da mesma área e sempre os admirei pelos pensamentos rápidos e lógicos, pela ética, coerência e zelo em orientar clientes para seguir uma vida fisco-contábil estruturada, segura e de acordo com a legislação vigente”.

Para ela, ser mãe e contadora é uma realização completa. É viver um mix de sentimentos, que varia entre a razão e a emoção. “Ser mãe não é uma tarefa fácil, mas quando se tem equilíbrio e bom senso, é possível priorizar a dedicação dos filhos e conciliar a vida profissional e quando se tem a possibilidade de trabalhar home office, quando necessário, e ter um certo horário flexível, fica ainda melhor. Tive a sorte de ter a oportunidade de levar os meus filhos ao trabalho nos primeiros meses de vida, pois montamos uma sala com uma estrutura adequada e com uma babá, para manter os meus bebês perto de mim. Assim consegui dar total atenção aos pequenos, mas sem deixar de priorizar os clientes.”

Parabéns, mamães!

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