Preço da certificação digital deve ser visto de maneira relativa, diz vice-presidente da Certisign

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Com a IN 969, o Protocolo 42 relativo à NF-e e outras obrigações acessórias, o preço pago pela emissão de certificados digitais tem sido motivo de discussão entre empresários brasileiros.

Obrigatório a partir do mês de abril, os certificados são emitidos mediante pagamento de taxa referente a cada tipo de serviço.

Para Julio Cosentino, vice-presidente de Relações Institucionais da Certisign, o custo não é alto se comparado aos benefícios do serviço. “Essa questão do preço é muito relativa, porque, se compararmos com o valor pago pela realização dos mesmos serviços da maneira tradicional, veremos que existe muito mais vantagens na certificação”, declarou.

Cosentino explica que o empresário deve se preocupar mais com os gastos que terá caso não possua os certificados. Além disso, ele explica que as empresas praticam preços parecidos porque os investimentos são os mesmos em todos os casos. “Existem vários setores que possuem serviços oferecidos por valores parecidos porque as companhias prestadoras têm gastos equivalentes. No caso da certificação digital, o gasto das operadoras é exatamente igual”, disse.

Atualmente no Brasil, existem nove empresas habilitadas pela Receita Federal para emissão de certificados, sendo duas para o setor privado e sete para o setor público. Para Roseli Garcia, superintendente de produtos e serviços do SCPC, essas empresas foram habilitadas por terem investido e se preparado para esse mercado. “Não podemos dizer que esse ‘credenciamento’ da Receita Federal foi uma concessão. Essas empresas conquistaram esse direito por terem investido na infra-estrutura necessária para prestação do serviço”, explica.

Fonte: Certisign

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