Qual é a relação entre a impressão digital e a sua personalidade?

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A sua identidade está em diversos lugares: na sua personalidade, na maneira como pensa, no seu rosto, nos seus documentos e também na ponta dos seus dedos. A impressão digital tem sido usada como um dos principais métodos de autenticação de identidade, por muitos anos.

O que é impressão digital?

Impressões digitais também são chamadas de datilogramas ou dermatoglifos. Elas, basicamente, são o desenho formado pelas elevações da pele (papilas) na ponta dos seus dedos. Esses desenhos são únicos para cada indivíduo, sendo diferentes até entre gêmeos univitelinos. Isso não significa que não existam exceções. Existem casos de pessoas que possuem a ponta dos dedos lisas. Isso acontece a uma condição chamada de síndrome de Nagali. Isso acontece devido ao mal funcionamento de uma proteína conhecida como queratina 14.

História da impressão digital

A utilização da impressão digital como meio de identificação é mais antiga do que muita gente imagina. Existem evidências de que ela já era usada desde a antiguidade, para autenticar documentos e selar acordos em locais como Mesopotâmia, Turquestão, Índia, Japão e China. Muito antes das digitais serem adotadas como método de identificação de pessoas, a sociedade de diversas eras já reconhecia a necessidade de reconhecer criminosos. Para isso, faziam uso de métodos arcaicos e, na maioria das vezes, cruéis, como infligir cicatrizes, marcas ou tatuagens.

Em alguns lugares, aplicavam até mesmo mutilações. A maioria desses métodos foi deixada de lado na primeira metade do século XVIII, quando os sistemas de leis criminais evoluíram e passaram a dar maior importância ao indivíduo na sociedade.

O sistema Bertillon

O primeiro método de identificação, amplamente aceito em diversos países, foi criado pelo francês Alphonse Bertillon, em 1879. Seu método consistia em uma combinação de medidas físicas coletadas por procedimentos cuidadosamente prescritos. Posteriormente, Bertillon adicionou a impressão digital ao seu método, mas ela era apenas um dos diversos elementos a serem colhidos.

Fato que nos leva a sua principal desvantagem: com o tempo, a quantidade de informações, cartões e papel que precisavam ser arquivados atingiram um volume que tornou o método impraticável em certo ponto. Além disso, o sistema provou que não era infalível. Talvez o caso mais famoso foi o de Will West, nos EUA em 1903.

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Apesar de negar qualquer encarceramento anterior, os arquivos da penitenciária revelaram a ficha de um detento chamado William West que, além do nome parecido, possuía medidas semelhantes. Até mesmo seus retratos eram parecidos. A situação só foi esclarecida quando compararam suas impressões digitais, que eram claramente diferentes.

Apesar de algumas agências continuarem a usar o sistema de Bertillon até os anos trinta, ficou cada vez mais claro que a impressão digital era um sistema de identificação muito mais confiável.

O primeiro método de classificação

Em 1880, Henry Faulds publicou um artigo em que discutia sobre impressões digitais como meio de identificação pessoal, assim como o uso de tinta de impressora como método para obtê-las. Dois anos depois, Francis Galton, antropólogo britânico, publicou seu livro “Impressões Digitais”, embasado no trabalho de Faulds. O livro trazia o primeiro sistema de classificação das impressões digitais, com três padrões básicos – laçada, arqueada e Whorl (verticilo).

Galton identificou também métodos para reconhecer as impressões digitais, que são utilizados até hoje e frequentemente chamados de detalhes de Galton. Desde então, por muitas décadas, a impressão digital foi o método com maior credibilidade para identificar pessoas. Mesmo com a, relativamente recente, criação de novas formas de identificação biométrica, as digitais ainda são amplamente utilizadas, como em caixas eletrônicos de bancos, por exemplo.

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