Segurança é a candidata mais forte na eleição

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Há 10 anos, o Brasil conta com um dos processos eleitorais mais modernos do mundo: o voto sendo computado por meio da urna eletrônica. O modelo DRE (Direct Record Eletronic), criado em 1991, é considerado um sistema de 1ª geração pelos especialistas em segurança da informação por ser uma votação exclusivamente eletrônica.

No entanto, mesmo sendo um processo tão tecnológico, podemos considerá-lo seguro ao ponto de confiarmos nossa democracia? Países como a Bélgica, Canadá, Peru, etc., também adotam o sistema eletrônico, porém não exclusivamente, e incluem o voto impresso complementar para que se confira o registro correto do mesmo.

É importante haver um cuidado permanente com a adoção de medidas que fiscalizem e administrem possíveis erros no método de votação, para que a segurança e confiabilidade não sejam questionadas.

A questão, portanto, não é o julgamento da urna eletrônica em si, que trouxe muitos benefícios para o processo eleitoral brasileiro, mas a exclusividade eletrônica. Quando, por exemplo, o processo puder contar com mais de um método de apuração, uma possível violação de resultados é dificultada em maior grau.

O que mais nos conforta, é saber que os dados da votação eletrônica são gravados com criptografia em um cartão CompactFlash, tecnologia já utilizada pela Certisign, para guardar os dados de seus clientes.

Protegidos mesmo, estaríamos se pudéssemos votar com nosso Certificado Digital Certisign, o qual nos garantiria mobilidade para votar de qualquer lugar, diminuindo a abstenção nas eleições devido à dificuldade que muitos eleitores ainda têm para ir à sua zona de votação. Além de agilizar o processo com a segurança da autenticidade jurídica que ele já nos proporciona.

E, futuramente, por que não um voto biométrico?

 Mesmo que tudo mude, você vai continuar sendo o mesmo. Se você ainda não possui o seu Certificado Digital clique aqui e Seja uma pessoa segura.

Fonte: www.eleicoes.uol.com.br

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